terça-feira, 6 de outubro de 2009

Um dia de Agosto numa vila desencontrada do mapa


Por entre calcadas andamos,
Percorrendo essas vilas escondidas do mundo,
Locais desencontrados dos mapas,
Onde gracejos e gaguejos soltamos,

Por pessoas a desfrutarem do tempo,
Por pássaros a ocuparem o seu espaço aéreo,
Por Igrejas românicas que olham o rio perto,
Partilhamos palavras serias e, deixamos perder,
Palavras alheias…

Uma manha se tornou tarde,
Cujo sol brilhou alto,
Deu passagem a uma lua estrelada,
E ao sabor de uma melancólica melodia,
Deixamo-nos estar quietos,
Partilhando o mesmo silencio.

No final para eternizar,
Este dia diferente,
Pousamos para uma foto diante de um tradicional monumento,
Cujo coiro tu querias montar.

Sem comentários: