Por entre calcadas andamos,
Percorrendo essas vilas escondidas do mundo,
Locais desencontrados dos mapas,
Onde gracejos e gaguejos soltamos,
Por pessoas a desfrutarem do tempo,
Por pássaros a ocuparem o seu espaço aéreo,
Por Igrejas românicas que olham o rio perto,
Partilhamos palavras serias e, deixamos perder,
Palavras alheias…
Uma manha se tornou tarde,
Cujo sol brilhou alto,
Deu passagem a uma lua estrelada,
E ao sabor de uma melancólica melodia,
Deixamo-nos estar quietos,
Partilhando o mesmo silencio.
No final para eternizar,
Este dia diferente,
Pousamos para uma foto diante de um tradicional monumento,
Cujo coiro tu querias montar.
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