domingo, 9 de maio de 2010

Corrente de Carne

Somes-te vagarosamente entre os teus desejos saciados e a minha fome ininterrupta,

Desces pelas estrada perigosa da luxúria carnal em direcção ao pecado mais profano,

E negas-me um dos bens mais abençoados da virtuosidade humana.

És a podridão escondida no fogo de artifício que vem tentar consumir o que de decente ainda existe.

Tenho tanto receio de me perder nessa escadaria, desvendar os pecados da alma profundamente cravados no esquecimento do espírito.

Esvai-te de luz enquanto delongo-me num beijo torcido de sabores verdadeiros e, nesse instante deixa-me perpetuar distante de pantominas.

domingo, 25 de abril de 2010

25 de Abril de 1974 - Como foi a Revolução dos Cravos

Otelo Saraiva de Carvalho por volta das 22 horas do dia 24/4/1974 fardado com blusão de cabedal chega ao Regimento de Engenharia Nº1, na Pontinha.

É ali que o major acompanhado de outros oficiais:Os tenentes-coronéis Garcia dos Santos e Lopes Pires, o comandante Victor Crespo, os majores Sanches Osório e José Maria Azevedo, o capitão Luís de Macedo. Ali instalam o posto de comando num pequeno anexo com as janelas tapadas por alguns cobertores, sobre a mesa uns papéis manuscritos e um mapa de estradas do Automóvel Clube de Portugal edição de 1973 que fazia de carta operacional com os esboços das movimentações, sendo a base do “plano geral das operações” que se dividia em duas zonas; Zona Norte que começava no eixo a sul do Porto e Lamego para norte.Zona Sul desse eixo para sul, dividido em quatro sectores;Sector Norte, até a sul de CoimbraSector Centro até norte de SantarémSector Sul daí para sulSector Lisboa que também incluía Santarém.

Dali do Posto de Comando com o nome de código «Óscar» dão o conhecimento da situação e as instruções às unidades militares de todo o país envolvidas nas operações. O primeiro sinal como combinado seria dado pelo então posto “Emissores Associados de Lisboa” às 22:55. João Paulo Dinis era lá locutor e fizera a tropa em Bissau sob as ordens de Otelo, daí a escolha de Otelo. E cabe a Dinis às 22:55 dar voz e escolher a canção «E Depois do Adeus», de Paulo de Carvalho, canção vencedora desse ano do Festival da Canção RTP e que iria a alguns dias representar Portugal no Festival da Eurovisão.

A segunda senha é dada na “Rádio Renascença”.
Otelo fazia ponto de honra que fosse uma canção do Zeca Afonso e estava indeciso entre «Venham Mais Cinco» e «Trás Outro Amigo Também» eram as suas preferidas mas logo os seus camaradas fizeram notar que seriam canções muito óbvias e que iriam suscitar desconfiança.

Foi assim que o jornalista Carlos Albino sugeriu «Grândola Vila Morena» e é esta que acaba por ir para o ar no programa «Limite» de Paulo Coelho e Leite de Vasconcelos que antes de pôr o disco recita a primeira quadra de «Grândola Vila Morena».

São 0:20 e grande parte das forças envolvidas põe-se em movimento.
O Quartel-General da Região Militar de Lisboa é o centro nevrálgico das “Forças do Regime”.

O edifício é tomado pelo Batalhão de Caçadores 5 com o código «Canadá».
A mesma unidade também se encarrega de proteger a residência do general António de Spínola, o general Francisco Costa Gomes não foi alvo de protecção porque não dormiu em casa.

Importante é também o aeroporto da Portela, operação com o código «Nova Iorque» que fica encarregue à Escola Prática de Infantaria (EPI) de Mafra que às portas de Lisboa a coluna militar perde-se nas ruas e becos escuros de Camarate.

Junto ao aeroporto o capitão Costa Martins esperava a coluna da EPI e desesperava e decide neutralizar sozinho de pistola em punho a guarda do aeroporto e entrou mesmo na torre de controle fazendo «bluff» durante mais duma hora dizendo que o aeroporto estava cercado e para se interditar o espaço aéreo português imediatamente.
A EPI chegada toma de imediato conta do aeroporto e ainda neutraliza o Regimento de Artilharia Ligeira 1 em Lisboa junto ao aeroporto.

A Escola Prática de Transmissões fazia as escutas telefónicas militares das forças do regime que depois transmitia ao Posto de Comando.


O Regimento de Cavalaria 3 de Estremoz vem a Lisboa com a missão de controlar a Ponte Sobre o Tejo, tomando posições do lado sul do Tejo (Pragal).
Enquanto nas colinas adjacentes à ponte de ambos os lados a Escola Prática de Artilharia de Vendas Novas toma posições apontando baterias junto ao Cristo Rei, para o Terreiro do Paço e Monsanto.

A mesma unidade depois vai lá baixo à Trafaria libertar os militares que tentaram a 16 de Março o “golpe das Caldas da Rainha” e que se encontravam presos na Casa de Reclusão da Trafaria.Os órgãos de comunicação social também eram de crucial importância controla-los.
Para isso coube à RTP (única emissora televisiva da época) ser tomada pela então, Escola Prática de Administração Militar, (operação; código Mónaco) já que se situava na mesma rua, (Alameda das Linhas de Torres em Lisboa).

A antiga Emissora Nacional, actual RDP na rua do Quelhas foi tomada com meios limitados pelos capitães Oliveira Pimentel e Frederico de Morais mais 40 praças de especialidades diversas do Campo de Tiro da Serra da Carregueira.
Na rua Sampaio Pina à porta do Rádio Clube Português estão estacionados homens do BC5 dali perto (Campolide) chefiados pelo capitão Santos Coelho e pelo Major Costa Neves da Força Aérea o qual no momento da tomada do RCP é questionado pelo porteiro, se não podiam aparecer após as 9 horas da manhã, que sempre já lá estaria mais gente para os receber!!!

Costa Neves e seus camaradas forçam a entrada e é esse o posto escolhido para emissor do MFA. Como previram que as forças do regime pudessem cortar as ligações às antenas do RCP do Porto Alto, tal como vieram a tentar, então a guarda das antenas ficaram a cargo da Escola Prática de Engenharia, de Tancos que também controlou a ponte de Vila Franca de Xira e a casa da moeda em Lisboa.
Então através do RCP o MFA apresenta-se ao país pela 1ª vez às 4:26 (estava previsto ser às 4 horas mas o engano de percurso da EPI em Camarate atrasou o comunicado) a voz é do jornalista Joaquim Furtado:

«Aqui posto de comando do Movimento das Forças Armadas...»

A programação é alterada e passa o hino nacional, marchas militares e canções de protesto e de contestação.

Sucedem-se os comunicados escritos por Victor Alves e Lopes Pires no quartel da Pontinha, que eram lidos aos microfones do RCP. Mediante esta situação os ouvintes ficam a par do desenrolar dos acontecimentos. Mas a missão principal cabe ao capitão Salgueiro Maia e seus homens da Escola Prática de Cavalaria, vindos de Santarém ficam-lhes encarregues várias acções desde de “despiste” ou seja chamar a atenção das forças fiéis ao regime através dum itinerário ostentatório no sentido de dispersar as capacidades inimigas.

E ainda de controlar o Banco de Portugal, a Rádio Marconi e o Terreiro do Paço.
Ali, o ministro do Exército, general Andrade e Silva perante a situação manda abrir à picareta um buraco na parede do gabinete por onde foge mais os ministros da Marinha, da Defesa e do Interior acompanhados de militares de altas patentes.

Antes do golpe a Marinha e a Força Aérea haviam sido contactadas para aderirem mas garantiram a neutralidade. Mas o capitão-de-fragata Seixas Louçã que comandava a fragata «Almirante Gago Coutinho» integrada na NATO e com grande poder de fogo, resolve, ameaçar disparar sobre o Terreiro do Paço.

Ao que é posta ao corrente das baterias de artilharia, já prontas a disparar, posicionadas nas colinas junto ao Cristo Rei. A tripulação ao saber rebela-se e ao fim da manhã a fragata retira-se e vai fundear-se no Alfeite. Momento importante, quando a coluna EPC é interceptada na Avenida Ribeira das Naus por tropas fieis ao regime comandadas pelos brigadeiro Junqueira dos Reis e o tenente-coronel Ferrand d’Almeida, com tanques Patton M47.
É o próprio Salgueiro Maia que vai tentar dialogar, saindo a pé e de lenço branco na mão hasteado e uma granada escondida na outra, ao que o brigadeiro dá ordens para disparar sobre o capitão mas que ninguém obedece!

E depois mesmo alguns tanques de Cavalaria 7 passam-se para o lado de Salgueiro Maia. Outro momento muito importante dá-se às 5 horas quando o Major Silva Pais director-geral da PIDE/DGS dá conhecimento ao presidente do Conselho (função que equivale actualmente à de primeiro-ministro), Marcello Caetano dos acontecimentos que este ainda desconhecia. Referindo que a situação era grave e dando instruções para se refugiar o mais depressa possível no Comando-Geral da GNR no Largo do Carmo porque era um dos sítios que não se encontrava sitiado e que passava mais despercebido.
Mas que veio a revelar-se uma grande armadilha!

Primeiro porque soube-se da sua entrada no Quartel do Carmo às 6 horas, ao que o major Otelo deu ordens para Salgueiro Maia se dirigir para o Largo do Carmo e sitiar completamente o quartel para que não houvesse fugas pelas traseiras.
Na ida da coluna de Salgueiro Maia para o Largo do Carmo, uma companhia do RI 1 comandada pelo capitão Fernandes tenta bloquear a passagem mas após curto diálogo, passam-se para o lado dos revoltosos. Embora em telefonemas mais tarde tentassem convencer Otelo que Caetano não se encontrava lá mas Otelo sabia que era para as forças do regime ganharem tempo.

E segundo porque quando as individualidades mais importantes ligadas ao regime foram socorridas pelo ar, por um helicóptero como no caso do Regimento de Lanceiros 2, esse mesmo helicóptero tentou ajudar a fuga de Marcello Caetano, só que não havia sítio para o helicóptero aterrar e por isso Marcello Caetano receoso permaneceu encurralado no Quartel do Carmo com blindados apontados e ouvindo uma multidão crescente que tinha acordado dum sono profundo ou que tinha aprendido ou descoberto nesse dia que existiam outras coisas como democracia e liberdade...

E gritavam
Por vingança e palavras de ordem contra a ditadura e guerra colonial e outras coisas.


Salgueiro Maia depois terá mesmo pedido calma ao povo de megafone em punho.
Mesmo que o regime não caísse as coisas já não seriam mais como antes, o povo nesse dia tinha ouvido coisas novas e ficou a saber em que tipo de regime e que tipo de políticos governavam o país por isso aderiram de imediato ao Movimento das Forças Armadas!

O tempo passava a GNR não reagia numa tentativa de ganhar tempo.
Maia dá um ultimato à GNR mas nada!

No Posto de Comando desesperavam e Otelo envia um bilhete escrito a Maia:
«Com metralhadoras rebenta com as fechaduras do portão, que é para saberem que é a sério!» Ás 15:10 são dados 10 minutos. (Temia-se que um helicóptero afecto às Forças do Regime pudesse largar uma bomba sobre as forças revoltosas no Largo do Carmo).

Após o prazo esgotado, às 15:25 as metralhadoras duma viatura chaimite disparam contra a frontaria do quartel. Como não houvera reacção da parte do quartel, passado algum tempo um blindado toma posição de canhão apontado e é nesse momento que surgem dois civis: Pedro Feytor Pinto e Nuno Távora, quadros da Secretaria de Estado da Informação e Turismo, medianeiros entre Spínola e Caetano, este último melindrado com a situação dizia:
«Não quero que o poder cai na rua».

Feytor Pinto telefona a Otelo que em nome do MFA, mandata o general Spínola para receber a rendição de Caetano. Às 18 horas, chega Spínola de automóvel com farda Nº 1. Caetano submete-se e entrega a Spínola o poder e pede protecção.

Spínola transmite a Caetano a intenção do MFA de o enviar para o Funchal. (Iria partir para o Funchal no dia seguinte pelas 7horas, a ele juntaram-lhe também entre outros o Presidente da Republica Almirante Américo Tomás que durante a longa noite da revolução não deu sinal de vida, como se não fosse nada com ele, passou o dia na sua casa no Restelo, saindo sobre escolta para o aeroporto).

E assim às 19:30 sai do quartel o chaimite «Bula», no interior vão Marcello Caetano e António Spínola em direcção à Pontinha, por entre uma multidão eufórica que celebra a “Liberdade” com cravos vermelhos.

Às 19:50 é emitido o comunicado: «O Posto de Comando do MFA informa que se concretizou a queda do Governo, tendo Sua Excelência o Professor Marcello Caetano apresentado a sua rendição incondicional a sua Excelência o General António de Spínola».

Logo após as 20 horas é lida no RCP a «Proclamação do Movimento das Forças Armadas».
E à 1:30 já do dia 26/4/74 aparecem na televisão as novas caras do poder:
A Junta de Salvação Nacional, como presidente, António de Spínola, em que lê uma proclamação ao país:

Um novo regime.

A democracia, a paz.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Idoso


Sei que o Tema aparece um pouco desoportuno na régua do tempo, mas nem por isso
desactualizado. Alias, decidi escrever um pouco sobre a velhice, porque há atrasado ouvi na rádio que estávamos a aproximarmo-nos do Dia Nacional do Idoso. E como que por um mecanismo autónomo, comecei a divagar sobre essa fase da vida humana.


Escrevo apenas aquilo que vejo e sinto, a minha perspectiva tendo em conta a experiência que vou abaganhando.
Diz-se, de uma forma politicamente correcta e sob a máscara do socialmente conveniente e aceite, que as pessoas de idade devem ser tratadas com a mesma dignidade, honorabilidade e respeito, que eram tratadas antes do tempo lhes ter sussurrado ao ouvido. As pessoas mostram-se indignadas, quando este dever social é alienado, e chegam a comentar que os adolescentes, a futura geração deste planeta, completamente deturpada de valores, não dão o verdadeiro valor às pessoas idosas, acabando mesmo por negligenciar e mal tratar.


Concordo. Mas penso que a própria sociedade actual, os nossos pais , tios e irmãos, talvez devido à velocidade alucinante em que se vive, à forma instantânea com que as coisas ganham e perdem o valor, e deixam de ser rentáveis, vê o Idoso como o final de algo que nunca existiu, um despojo sem aproveitamento, que apenas perturba a eficiência do movimento mecânico que dá vida ( económica e financeira) ao relógio do mundo.


Faremos o "simples" exercício de nos colocarmos na pele de uma pessoa que já viveu grande parte da sua vida, e não sabe quanto do pouco ainda lhe sobra. Primeiro penetramos a carne flácida, frouxa e mole, que não responde ao comando central, pelo uso excessivo se encontra cansado. De seguida, ao mesmo tempo que fazemos um esforço superior à velocidade com que nos conseguimos deslocar, tentamos focar no mundo as pessoas que passam na rua, os carros que circulam ao som de buzinadas protestantes, tentamos absorver alguma coisa bebível, que nos dê sede de chegar a algum lado. Talvez um lugarejo calmo que nos segrede ao ouvido, que o caminho percorrido não tenha sido em vão, ou então, um local mais agitado que nos faça ainda sentir o calor do barulho no aparelho auditivo.


Pois é, chegados perto do fim de um trajecto, de um percurso, e tendo a consciência (muitos combatentes perdem mesmo antes do fim, e esmorecem-se de lucidez e têm talvez a “felicidade” de não ter de encarar um fim) de um fim inevitável mas imprevisível, o que lhes passará pelo pensamento? Já tentaram vestir o pensamento de um idoso, e alcançar onde o seu espírito pousa?


Muitas vezes, de carro, passo por pessoas com uma certa idade. Umas estão acompanhadas pelos netos ainda crianças, vindos da escola de regresso a casa (mais uma vez a figura maternal dos avós a se destacar e a ausência dos pais a ser ainda mais evidente); alguns encontram-se pontual e regularmente na tasca da zona para trocarem companhia, outros porque nunca aprenderam a conduzir ou porque lhes disseram que a invalidez tinha chegado, encontram-se à espera do autocarro, nas mesmas paragens, às mesmas horas, nos mesmos dias, talvez à procura de uma rotina antiga… Outros acompanhados pelas duas rodas de uma cadeira andante, conduzem-se para paragens onde os olhos não conseguem enxergar, memorias roubadas pelo tempo, lembranças que se confundem com o real..


Acerco-me da porta que dá acesso à cozinha, sento-me e olho para um prato vazio, e encontro a minha avó debruçada sobre a sopa, algo leve pois os medicamentos são tantos, e ouço-a a viver de novo, cada frase que experimenta, cada aventura que partilha é mais uma oportunidade de regressar para perto dos que foram seus, de percorrer caminhos em que o chão ainda lhe pertencia… e como a minha avó, muitos idosos procuram encontrar na companhia (alheia), uma tela onde projectar o filme que outrora viveram ..


Ok, neste momento devem estar a pensar o quanto sombria é a minha visão e perspectiva sobre a condição humana atingida a velhice. Não querendo induzir-vos em erro, tenho a plena consciência que, cada vez mais, as pessoas idosas têm acesso a formas de tornar a sua vida mais rica, significativa, divertida ect.. e também sei que muitas pessoas chegam ao final das suas vidas com a sensação de plenitude, e muitas delas até continuam a fazer o que faziam quando eram novas. De resto, com este “post” quis focar a outra parte, as pessoas que muito provavelmente se sentem descriminadas, ou isoladas, que demonstram-no através dos seus comportamentos de afastamento, e até mesmo aqueles que não têm a coragem de o dizer.

Não queria com este “post”, somente criticar o modo com que a sociedade perspectiva o Idoso, mais que isso, quis desabafar o que sinto sobre o assunto, e talvez apelar às pessoas que não têm muita paciência (tal como eu) para lidar com pessoas que estão na fase terminal de um percurso mas que não deixam de SER.

domingo, 18 de abril de 2010

Benfica na Liga dos Campeões - Hilter version





Finalmente vemos as aguias a voar, até pensava que já lhes tinham cortado as asas e depenadas, mas mesmo assim Hilter mostra-se indignado!!

Historia do Cóco





Para quem pensa que os desenhos animados do Sangoku são violentos, aqui vai um trailer da animação brasuca! looooooool

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Bilhetes de Jogo de Futebol

Este pequeno texto apresenta-se sob a forma de uma sugestão e consequente questionário de opiniões. É bem patente e visivel a descrepancia da capacidade financeira entre as equipas de futebol da primeira liga, havendo inclusivé jogadores que viram os seus salários atrasados, enquanto outros ganham fortunas inimagináveis.

Pois bem, não estou a par do destino final do reembolso dos bilhetes que cada clube vende para os respectivos jogos, mas se houvesse um preço fixo, que fosse identico, se não o mesmo, em todos os jogos independentemente dos clubes presentes na partido, penso que ajudaria a resolver 2 questões:

Primeiro, com bilhetes mais acessiveis haveriam mais pessoas a assistirem às partidas, contribuindo para o enriquecimento dos clubes mais desfavorecidos.

Segundo, e em consequência da primeira, haveria um maior nivelamento na facturação efectuada entre os clubes.

Obviamente que os clubes "grandes" obterão sempre maior lucro, uma vez que detêm maior massa de adptos, mas pelo menos também não ganhariam "exageradamente" comparativamente aos restantes.

O que acham desta ideia?

Poster - Trusses Modernos




"Que tipo de trusses trouxe?"
"Destess"

" O amigo parece avantajado"
"É normal"

" Ha muitas pessoas que não têm o orgasmo em condições, mas eu graças a deus tenho muito orgasmo"