Um rado coberto pela aurora de um dia indefinido assoma-se a logoa que nunca existiu e ,sobre um penhasco misturo-me no calor que desprende do teu corpo inerte que nunca existiu proximo. Sempre tao longe, nem perto, porque nao existe distancia, porque nao existe nos. Apenas uma aurora que adivinha a vinda de outro dia na tua ausencia.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário