"Percorro vastos desertos de gentes, pérfidas figuras que nos olham.
Um sim com compaixão, ou diria, delicadeza em tons de Obrigados.Não, nao te quero magoar, porque me pertences, percebes?Não, nao consigo entender, quando diante de mim existe o
vacuo, ocupado por ninguem, e no entanto multidões.
Que se acusam na penuria de serem amigos, seres promiscuos, culpados apenas pelo crime de germinarem no seculo das trevas onde o excesso de luzes intermitentes, atenua o calor natural Humano.
Amigo, ser existente para nos nao fazer esquecer tempos remotos.
Reflecções de nós próprios, intuito unico de nos avivar o espirito. Perpétuas Multiplicaçoes de espelhos dos espelhos. E no entanto, sosinhos........"
Flexurmind
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